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CONSTRUÇÕES DINÂMICAS PARA VISUALIZAÇÃO DE CONTEÚDOS RELATIVOS AO SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA - ÂNGULOS |
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Excepto quando especificado, a representação dos Planos de Projecção e restantes elementos nas construções seguintes foram realizados em Perspectiva Cavaleira, considerando o ângulo das projectantes com o Plano axonométrico de 45º e o ângulo entre os eixos axonométricos z e y de 135º. Para melhor visualização e compreensão das situações representadas, optei por representar a traço contínuo fino as porções de segmentos de recta e de rectas que não seriam visíveis, caso fosse atribuída opacidade aos Planos de Projecção. Para facilitar a visualização e compreensão destes desenhos, optei por representar: |
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CONTEÚDOS ACTIVOS DESTA PÁGINA: |
OUTROS CONTEÚDOS DESTA PÁGINA (ainda sem as respectivas construções): |
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ÂNGULO DE DUAS RECTAS CONCORRENTES Na resolução deste tipo de problemas, e porque sabemos que duas rectas concorrentes definem um plano, basta aplicarmos, dentre outras possibilidades, um dos seguintes processos de resolução: - Dadas as projecções das duas rectas a e b concorrentes, determinamos os seus traços nos planos de projecção; - Unindo os traços homónimos das rectas , definimos os traços do plano que as contém; - Rebatendo este plano sobre um dos Planos de Projecção, definimos as rectas a e b em rebatimento; - O ângulo pedido corresponderá ao ângulo entre as rectas a e b rebatidas. Outra hipótese de resolução seria rebater as duas rectas sobre um plano horizontal ou frontal que as intersectará segundo, respectivamente, uma recta horizontal ou frontal (se o plano que as contém for oblíquo): - Dadas as projecções das duas rectas a e b, desenhamos um plano horizontal ou frontal qualquer (se uma das rectas a ou b for horizontal ou frontal, este plano deverá contê-la); - Determinam-se os pontos de intersecção entre o plano desenhado e as rectas a e b; - Unindo os dois pontos determinados, definimos a recta horizontal ou frontal que será a charneira do rebatimento a efectuar; - Rebatemos o plano que contém as duas rectas sobre este plano, definindo as rectas a e b em rebatimento; - O ângulo pedido corresponderá ao ângulo entre as rectas a e b rebatidas. Brevemente, publicarei aqui uma construção dinâmica sobre este assunto.
ÂNGULO ENTRE A DIRECÇÃO DE DUAS RECTAS ENVIESADAS A resolução deste tipo de exercícios será em tudo semelhante à anterior, depois de definirmos uma recta g, paralela a uma das rectas, de modo a ser concorrente com outra recta, como a seguir se explica: - Dadas as projecções das duas rectas a e b, não concorrentes, desenhamos uma recta g, paralela à recta a (por exemplo), passando por um ponto da recta b; - As rectas b e g definem agora um plano, pelo que poderemos determinar os seus traços nos planos de projecção; - Unindo os traços homónimos das rectas , definimos os traços do plano que as contém; - Rebatendo este plano sobre um dos Planos de Projecção, definimos as rectas b e g em rebatimento; - O ângulo pedido corresponderá ao ângulo entre as rectas b e g rebatidas. Outra hipótese de resolução seria rebater as rectas b e g sobre um plano horizontal ou frontal que as intersectará segundo, respectivamente, uma recta horizontal ou frontal (se o plano que as contém for oblíquo): - Determinadas as projecções das rectas concorrentes b e g, desenhamos um plano horizontal ou frontal qualquer (se uma das rectas b ou g for horizontal ou frontal, este plano deverá contê-la); - Determinam-se os pontos de intersecção entre o plano desenhado e as rectas b e g; - Unindo os dois pontos determinados, definimos a recta horizontal ou frontal que será a charneira do rebatimento a efectuar; - Rebatemos o plano que contém as duas rectas sobre este plano, definindo as rectas b e g em rebatimento; - O ângulo pedido corresponderá ao ângulo entre as rectas b e g rebatidas. Brevemente, publicarei aqui uma construção dinâmica sobre este assunto.
ÂNGULO DE UMA RECTA COM UM PLANO As construções seguintes pretendem demonstrar o processo que poderemos aplicar na resolução de exercícios que solicitem a determinação da verdadeira grandeza entre uma recta e um plano. Consideremos um plano delta e uma recta s que o intersecta no ponto I.
Num exercício, bastaria, portanto, determinar as projecções da recta s e do plano delta, do ponto I, do ponto P, da recta p, do ponto P' e, finalmente, da recta s'.
Como sabemos que as rectas p e g são perpendiculares entre si, saberemos também que os dois ângulos de vértice P, entre as rectas p, g e s (nomeadamente, entre p e s - a vermelho - e entre g e s - a verde) são complementares, isto é, perfazem 90º.
Observação: As construções anteriores foram realizadas no Sistema de Representação Axonométrica (Isometria), pelo que a amplitude dos ângulos determinados não corresponde à sua verdadeira grandeza. 1. Determinar as projecções da recta s e do plano delta dados; 2. Definir um ponto P, qualquer, na recta s; 3. Pelo ponto P, desenhar as projecções de uma recta p, perpendicular ao plano delta (esta recta deverá ter as suas projecções frontal e horizontal respectivamente perpendiculares aos traços frontal e horizontal do plano dado); 4. O ângulo que procuramos será o ângulo complementar ao ângulo entre as rectas p e s (que não estará em verdadeira grandeza, visto que as duas rectas só serão paralelas ao mesmo Plano de Projecção apenas em alguns casos); 5. Para obtermos a verdadeira grandeza deste ângulo, devemos utilizar um Método Geométrico Auxiliar. Se optarmos pelo Rebatimento, seguiremos uma das seguintes alternativas para rebater o plano que contém as duas rectas p e s: - ou rebatêmo-lo sobre o P.H.P. (sendo necessário determinar o traço horizontal do plano, que será a charneira do rebatimento) - ou rebatêmo-lo sobre um plano horizontal (sendo necessário, para tal, determinar uma recta horizontal do plano, que será a charneira do rebatimento) Se o plano dado for um plano de rampa, a recta p será uma recta de perfil, pelo que o exercício só poderá ser resolvido através do rebatimento do plano de perfil que a contém.
ÂNGULO DE DOIS PLANOS na resolução deste tipo de problemas, poderemos aplicar o seguinte processo, aplicável a todos os casos: 1. Definimos os traços dos planos alfa e beta; 2. Determinamos as projecções de um ponto P, qualquer; 3. Determinamos as projecções de uma recta a, perpendicular ao plano alfa (com as projecções frontal e horizontal perpendiculares aos traços homónimos do plano) 4. Determinamos as projecções de uma recta b, perpendicular ao plano beta (com as projecções frontal e horizontal perpendiculares aos traços homónimos do plano) 5. Rebatemos o plano que contém as rectas a e b sobre um dos Planos de projecção ou sobre um plano horizontal ou frontal. 6. O ângulo pedido corresponderá à verdadeira grandeza do ângulo entre as rectas a e b.
A partir daqui, podemos resolver os seguintes exercícios de exame nacional: Determine graficamente a amplitude do diedro formado pelo plano oblíquo alfa com o plano frontal de projecção. Exame de 2002 Prova Modelo (DGD-A) (a editar) |
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