|
||||||||||||||||||||
faça aqui o download da última versão do java para visualizar correctamente as construções desta página |
||||||||||||||||||||
CONSTRUÇÕES DINÂMICAS PARA VISUALIZAÇÃO DE CONTEÚDOS RELATIVOS AO SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA - PONTOS E RECTAS |
||||||||||||||||||||
A representação dos Planos de Projecção e restantes elementos nas construções seguintes foram realizados em Perspectiva Cavaleira, considerando o ângulo das projectantes com o Plano axonométrico de 45º e o ângulo entre os eixos axonométricos z e y de 135º. Enquanto que o desenho da esquerda é uma perspectiva, de cada uma das situações descritas, na realidade tridimensional, o desenho da direita corresponde à representação da mesma situação, em épura. Para melhor visualização e compreensão das situações representadas, optei por representar a traço contínuo fino as porções de segmentos de recta e de rectas que não seriam visíveis, caso fosse atribuída opacidade aos Planos de Projecção. Para facilitar a visualização e compreensão destes desenhos, optei por representar: |
||||||||||||||||||||
CONTEÚDOS ACTIVOS DESTA PÁGINA: |
||||||||||||||||||||
![]() |
||||||||||||||||||||
![]() |
![]() |
![]() |
||||||||||||||||||
![]() |
![]() |
![]() |
||||||||||||||||||
![]() |
![]() |
![]() |
||||||||||||||||||
|
ALFABETO DA RECTA E SUA REPRESENTAÇÃO NO SISTEMA DIÉDRICO - RESUMO (a editar)
REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA DE RECTAS PARALELAS AO BISSECTOR DOS DIEDROS ÍMPARES (beta 13) A construção seguinte inclui, além dos Planos de Projecção e do plano bissector dos diedros ímpares (preenchido a azul claro), uma recta b (a azul escuro) pertencente a este mesmo plano, um ponto A (do primeiro diedro) e uma recta r (a preto), paralela à recta b. Paralelamente, e em interdependência, inclui a representação em épura dos mesmos elementos. Uma recta será paralela a um plano quando for paralela a uma recta desse plano - razão pela qual a recta r, sendo paralela à recta b, é também paralela ao plano bissector dos diedros ímpares.
Analisando o desenho, concluiremos que a recta r poderá ocupar as seguintes posições: - fronto-horizontal - quando a recta r se posiciona paralelamente aos Planos de Projecção, sendo as suas projecções paralelas ao eixo x (não é necessário referir que a recta é também paralela ao beta13, porque qualquer recta fronto-horizontal será sempre paralela aos planos bissectores); - oblíqua e paralela ao beta 13 - neste caso, a recta r é oblíqua aos dois Planos de Projecção. Em épura, podemos constatar que as duas projecções da recta são oblíquas ao eixo x e fazem, ambas, ângulos iguais com o mesmo, com abertura para o mesmo lado (neste caso, para a direita). Para melhor perceber esta semelhança entre os ângulos, basta clicar em cima do desenho, na altura em que aparecem as suas amplitudes (de salientar que estes ângulos não correspondem à projecção, em verdadeira grandeza, dos ângulos que a recta oblíqua r faz com os Planos de Projecção). - de perfil e paralela ao beta 13 - neste caso, continuando a ser oblíqua aos dois Planos de Projecão, a recta r fica também paralela ao Plano Referencial das Abcissas (plano zy ou plano pi 0, não representado neste desenho), tendo todos os seus pontos igual abcissa. Em épura, a representação exacta desta recta só será possível durante a Unidade relativa aos Métodos Geométricos Auxiliares. Por enquanto basta-nos compreender que, no espaço, a recta de perfil pode também ser paralela a um plano bissector, ficando as suas projecções coincidentes e perpendiculares ao eixo x. Relativamente à recta b, pertencente ao plano beta 13 (que é um plano passante), as suas posições poderão ser as seguintes:
REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA DA RECTA VERTICAL, OBLÍQUA E PASSANTE A construção seguinte conclui o alfabeto da recta referido nesta página, incluindo, na representação em perspectiva e em épura, um ponto A do primeiro diedro, uma recta s em movimento passando por A e os seus traços nos Planos de Projecção.
As posições da recta s variam entre: As projecções da recta s em cada uma das situações referidas poderão ser as seguintes: O comprimento do segmento de recta [HsA] projectar-se-á em verdadeira grandeza apenas na situação em que a recta s é vertical (quando s2 é perpendicular ao eixo x, projectando-se a verdadeira grandeza entre H2s e A2). Quando a recta s é passante ou oblíqua, nunca se projectará em verdadeira grandeza em nenhum dos Planos de Projecção.
REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA DA RECTA OBLÍQUA, FRONTAL, DE PERFIL E PASSANTE DE PERFIL (a editar)
REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA DA RECTA E DO SEGMENTO DE RECTA FRONTO-HORIZONTAL, FRONTAL E VERTICAL (a editar)
REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA DA RECTA E DO SEGMENTO DE RECTA FRONTO-HORIZONTAL, HORIZONTAL E DE TOPO Nos desenhos seguintes a recta h e o segmento de recta nela contido (definido pelos pontos A e B) são sempre paralelos ao Plano Horizontal de Projecção.
Através da animação, podemos ver que a sua posição vai variando entre fronto-horizontal (paralela aos dois Planos de Projecção e ao eixo x) até ficar de topo (perpendicular ao Plano Frontal de Projecção), passando por várias situações de obliquidade em relação ao Plano Frontal de Projecção, sempre com abertura para a esquerda - nestas situações, tanto a recta como o segmento de recta são horizontais).
REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA DE RECTAS CONCORRENTES A construção seguinte inclui, além dos Planos de Projecção, duas rectas r e s, concorrentes num ponto C do primeiro diedro. Paralelamente, e em interdependência, inclui ainda a representação em épura dos mesmos elementos.
A certa altura, alguns traços das rectas desaparecem, dada a dimensão do segmento de recta representativo do eixo x (que é, na realidade, infinito, tal como os Planos de Projecção). As duas rectas r e s definem um plano, cujos traços nos Planos de Projecção não foram determinados. Pode ver aqui uma construção semelhante, com os traços do plano determinados.
REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA DO TRAÇO DE UMA RECTA NO PLANO BISSECTOR DOS DIEDROS ÍMPARES Neste desenho podemos ver um dos processos possíveis para a determinação das projecções do ponto de intersecção de uma recta (oblíqua) s com o plano bissector dos diedros ímpares (o plano beta 13, que, contendo o eixo x, subdivide cada um dos diedros ímpares em dois diedros de 45º). Este ponto tem a notação Q e caracteriza-se por ter a cota igual ao afastamento. Estas duas coordenadas poderão ser ambas positivas (no primeiro diedro) ou ambas negativas (no terceiro diedro).
No desenho seguinte, a recta s movimenta-se (variando a sua posição entre frontal, oblíqua e de perfil), intersectando o plano bissector no ponto Q, que pertence à recta i, também pertencente ao mesmo plano (o estudo desta recta i será desenvolvido mais adiante, aquando da Intersecção de uma recta com um plano).
REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA DA RECTA Para melhor compreensão da representação da recta, apresento um desenho animado de uma recta s que contém um ponto A, do I Diedro.
No desenho seguinte, podemos ver o modo como se obtêm as projecções da recta s, rebatendo o Plano Horizontal de Projecção sobre o Plano Frontal de Projecção:
Note-se que os ângulos que as projecções da recta (s1 e s2) fazem com o eixo x não correspondem, em verdadeira grandeza, aos ângulos que a recta s faz com cada um dos Planos de Projecção (tal só aconteceria se a recta fosse paralela a um dos Planos de Projecção, como se poderá ver em alguns dos conteúdos referidos nesta página). As invisibilidades, nesta construção, têm por objectivo simplificar a sua visualização.
REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA DE PONTOS SITUADOS NOS QUATRO DIEDROS O desenho seguinte demonstra como são obtidas as projecções dos pontos O, P, Q e R (situados, respectivamente, no I, II, III e IV diedros) e qual o seu posicionamento em relação ao eixo x.
REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA DE PONTOS SITUADOS NO SEGUNDO DIEDRO No desenho seguinte, temos um ponto P, situado no espaço do II Diedro, cujas projecções horizontal e frontal se situam, respectivamente no Semiplano Horizontal Posterior e no Semiplano Frontal Superior. Quando passamos para o plano bidimensional da nossa folha de papel (na simulação à direita), as projecções do ponto P, do II Diedro, podemos concluir que as projecções de pontos situados no II Diedro se situarão sempre, e ambas, para cima do eixo x.
PLANIFICAÇÃO DO SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA A realidade tridimensional do Sistema Diédrico (também chamado de Sistema da Dupla Projecção Ortogonal, Representação Diédrica ou Método de Monge), definida pelo Plano Horizontal de Projecção e pelo Plano Frontal de Projecção (que, sendo perpendiculares, formam entre si um diedro de 90º), para poder ser representada no plano bidimensional em que trabalhamos, deverá ser planificada. O desenho seguinte permite visualizar este processo, pelo rebatimento do Plano Horizontal de Projecção (a azul) que, ao longo da animação, fica coincidente com o Plano Frontal de Projecção (a ocre). A charneira ou eixo deste rebatimento é o eixo x, de intersecção entre os dois planos. O ponto P, existente no espaço do I Diedro, é projectado, sobre cada um dos Planos de Projecção, segundo uma recta projectante horizontal (a recta v, perpendicular ao P.H.P., desenhada a traço contínuo expressivo preto) e uma recta projectante frontal (a recta t, perpendicular ao P.F.P., desenhada a traço contínuo expressivo preto), definindo, respectivamente: P1 - a projecção horizontal do ponto P - e P2 - a projecção frontal do ponto P. Note-se que, ao longo da animação pré-definida, o Plano Horizontal de Projecção, a projecção horizontal de [PP2] e a própria projecção horizontal do ponto P se movimentam, de modo a que, no plano bidimensional, as projecções P1 e P2 passam a pertencer a uma mesma perpendicular ao eixo x, projectando-se a distância do ponto P ao Plano Horizontal de Projecção e a distância do ponto P ao Plano Frontal de Projecção, em verdadeira grandeza, respectivamente, nas distâncias entre Po e P2 e entre Po e P1. Ao lado da perspectiva dos Planos de Projecção, temos a representação dos mesmos elementos em épura:
RECTAS PARALELAS INTERSECTAM-SE? A construção seguinte apresenta os seguintes elementos: Imagine que ocupa a localização do olho (observador), tendo à sua frente as duas rectas a e b, concorrentes no ponto C.
A convergência entre rectas paralelas para um ponto impróprio pode ser exemplificada na realidade, da seguinte forma: |
||||||||||||||||||||
| (a editar) | ||||||||||||||||||||
|
View My Stats |
||||||||||||||||||||