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CONSTRUÇÕES DINÂMICAS PARA VISUALIZAÇÃO DE CONTEÚDOS RELATIVOS AO SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA - SÓLIDOS |
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A representação dos Planos de Projecção e restantes elementos nas construções seguintes foram realizados em Perspectiva Cavaleira, considerando o ângulo das projectantes com o Plano axonométrico de 45º e o ângulo entre os eixos axonométricos z e y de 135º. Para melhor visualização e compreensão das situações representadas, optei por representar a traço contínuo fino as porções de segmentos de recta e de rectas que não seriam visíveis, caso fosse atribuída opacidade aos Planos de Projecção. Para facilitar a visualização e compreensão destes desenhos, optei por representar: |
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REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA DE UM CUBO COM DUAS FACES PERPENDICULARES AO PLANO FRONTAL DE PROJECÇÃO A construção seguinte corresponde à representação em épura de um cubo com duas faces perpendiculares ao Plano Frontal de Projecção. Partindo de uma posição inicial (representada a traço fino), em que as faces [ABCD] E [A'B'C'D'] são paralelas ao Plano Horizontal de Projecção e as arestas horizontais do cubo fazem 45º com o Plano Frontal de Projeccção), o cubo é rodado em torno de um eixo de topo que contém o vértice B, mantendo-se as duas faces referidas sempre perpendiculares ao Plano Frontal de Projecção. Variando o grau de obliquidade dos planos que contêm as referidas faces entre os 0º e 90º, estes vão ocupando, sucessivamente, as posições de horizontal, de topo e de perfil. Note-se que, quando a diagonal espacial do cubo [BD'] (identificada com a notação d e representada a traço interrompido vermelho) pertencer ao plano de perfil pi (situação em que a diagonal d é vertical, porque perpendicular ao Plano Horizontal de Projecção), a projecção horizontal do cubo será inscritível numa circunferência de centro em B1, correspondendo o seu contorno aparente a um hexágono regular.
REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA DE UM CILINDRO OBLÍQUO DE BASES HORIZONTAIS A construção seguinte corresponde à representação, em épura, de um cilindro oblíquo de bases circulares e horizontais, com uma das bases pertencente ao Plano Horizontal de Projecção.
As linhas perpendiculares à projecção horizontal do eixo (e1) correspondem a traçados auxiliares que possibilitaram a determinação das geratrizes de contorno aparente horizontal do cilindro. Na construção seguinte, podemos ver a mesma representação diédrica do cilindro, a que foi acrescentada uma terceira projecção, obtida no plano de perfil zy:
Esta representação revelar-se-á particularmente útil para a determinação de seccções produzidas em sólidos por planos projectantes perpendiculares ao Plano Lateral de Projecção, conforme poderemos ver aqui.
REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA DE UMA PIRÂMIDE DE BASE HORIZONTAL Na construção seguinte, o hexágono regular [ABCDEF] paralelo ao Plano Horizontal de Projecção é a base de uma pirâmide de vértice V, com cota inferior à base.
Observação: As arestas invisíveis, segundo as convenções gráficas usuais em vigor, deveriam ter um traçado interrompido mais expressivo do que o que o software utilizado permite.
REPRESENTAÇÃO DIÉDRICA DE UM PRISMA RECTO DE BASES HORIZONTAIS Na construção seguinte, os hexágonos regulares [ABCDEF] e [ABCDEF], paralelos ao Plano Horizontal de Projecção definem as base de um prisma recto situado no espaço do primeirom diedro, de altura variável. As arestas laterais do prisma pertencem a rectas verticais.
Observação: As arestas invisíveis, segundo as convenções gráficas usuais em vigor, deveriam ter um traçado interrompido mais expressivo do que o que o software utilizado permite.
INVISIBILIDADES DE PIRÂMIDE DE BASE HORIZONTAL As construções seguintes apresentam, em épura, uma mesma pirâmide hexagonal recta, de base regular e horizontal. No primeiro caso, a altura da pirâmide é variável, situando-se o seu vértice principal tanto acima, como abaixo do plano da base, situação em que as arestas laterais passam a ser invisíveis em projecção horizontal, por terem menor cota do que a base:
Neste segundo caso, o vértice A da base desloca-se ao longo da circunferência que circunscreve o hexágono, determinando, consoante a sua posição, diferentes invisibilidades das arestas laterais da pirâmide na projecção frontal:
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